terça-feira, 22 de janeiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
Às vezes é engraçado o jeito
como levamos nossa vida. Nunca estamos satisfeitos o bastante, nada nos agrada por
completo. É um sentimento confuso. Alegria, tristeza, amor, desamor, carinho,
indiferença... Todos os dias somos vitimas de nós mesmos. Todos os dias nós levantamos
pensando na hora de deitarmos e deitamos pensando no que temos que fazer quando
levantarmos. Onde vamos parar? Onde estamos tentando chegar todos os dias? Às vezes
tento não analisar minha vida, tento evitar ficar cara a cara comigo mesmo. É difícil
olhar criticamente pra dentro de nós. É difícil assumir o erro e aceitar a dor. Diariamente tentamos depositar no outro, ou em qualquer que seja o alvo, a
culpa por sermos quem somos. Mas no fundo, mesmo fingindo ser quem não é, mesmo
maquiando a verdade que só você sabe, o sentimento está lá, escondido na rotina
do dia a dia. Apontando o dedo pra
qualquer outro lugar menos para o lugar correto, que é pra você mesmo. E então
esse sofrimento passa a não ser mais seu, deposita sua dor no próximo, fingindo
que você sofre com a dor dele como se fosse sua própria dor, como um grande ato
de compaixão, onde na verdade, não passa de um consolo mal recebido pela covardia do seu coração. Sabe quando você aproveita a cena emotiva do filme pra
chorar um pouco da sua dor própria? Então...
Stefanny Cavalcanti
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Eu sempre fui daquelas que nunca
se deixou levar, e quando ia, nunca ia inteira, sempre fui pela metade. Já imaginou
alguém me levar por completo? Nunca, isso nunca. Sempre amei não amando, me
apaixonei sem borboletas no estomago, desejei sem o coração acelerar. Vivia em
banho-maria, não porque queria, mas porque sentia que tal sentimento não podia
ser vivido tantas e tantas vezes, com tantas e tantas pessoas diferentes. Calma.
Ta ai uma coisa que sempre tive. Porque no fundo eu sabia que essas sensações não
seriam verdadeiras se experimentadas de várias formas. Tudo tem sua hora, mas
qual é a hora? Como não sabia a resposta, sempre vivia na defensiva “Eu não vou
me apaixonar por ele, não por esse”. Mas qual é então? E se ele já tiver
passado enquanto eu achava que não era ele? E agora? Perdi? Será? E foi no meio
desse mar de duvida e de arrependimento por não ter me jogado tanto na vida,
que alguém apareceu, não era ele, eu achava, obvio! Mas foi mais um que chegou.
Chegou achando que ia ficar, na verdade, sabendo que ia ficar. Ele também
estava me procurando, procurando por aquela que não tinha se jogado. Era eu. Nos
achamos.
Stefanny Cavalcanti
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Sabe quando você precisa de
um pouco de atenção, mas não quer pedir por isso? Faz de tudo pra ser notada,
cuidada, amada... Só um pouquinho, me liga, pergunta como foi meu dia. Deixa eu
te responder abusada que não to bem, mas não desiste não, pergunta de novo. Eu
li uma vez que “Às vezes, a ignorância não passa de um orgulho querendo ganhar
cafuné…” eu concordo. Não ligue pra minha forma rude de ser, eu tenho motivos,
é apenas uma tentativa frustrada de ser notada por você. Pergunte “que carinha
triste é essa” e coloca o fone de ouvido enquanto eu desabafo, eu não ligo, só
pergunte. Pode fingir que se importa, eu não me importo.
Stefanny Cavalcanti.
sábado, 8 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Você nunca vai aceitar o fato de dois terem virado um. Mentirá que não se importa, jurará que em seu coração já não existe esse amor. Mas você sabe que palavras escondem verdades, sonhos escondem desejos, e o fato de você dizer que o passado foi apagado não justifica, tão pouco diminui o que sente na hora de dormir e pensa como teria sido seu dia com ele. Você sente falta e mente que esqueceu. Você olha para o lado contrário quando passa por ele na rua, mas na mente você visualiza cada traço do rosto que você tantas vezes olhou bem de perto. Difícil admitir isso não é? Mas você sabe que é verdade. Se é que vale um conselho; Pegue esse amor, puxe pelo braço, ligue, chame no portão de casa e diga que todas as vezes em que você ignorou o fato de amá-lo foi uma tentativa frustrada de esquecê-lo, que todas as vezes em que você disse a um amigo que não o amava seu peito doía de tristeza por tamanha mentira. Diga que você já tem o dia de amanha programado com ele e sabe decorado todos os lugares que irão, porque você já esteve em todos eles inúmeras vezes em seus sonhos. Ou então não faça nada, vire o rosto quando ele passar. Ignore as batidas do seu coração quando ouvir alguém pronunciando aquele mesmo nome que sua mente repete incansavelmente. Minta. Finja que seu coração não pertence a ele case com alguém que vai te fazer feliz, talvez, mas que não vai te encher os olhos, não vai te fazer sentir coisas loucas e infantis, ou sentir as dores que o amor nos proporciona. Ele não vai te fazer nada além de ser alguém que calou um amor que você renunciou por medo. Talvez você acabe sendo o mesmo para ele. Hoje em dia o amor está um pouco assim, covarde. E você nunca mais vai ver aquele amor que deixou para traz, nunca vai saber como seriam seus dias caso você tivesse esquecido o orgulho, tomado coragem e ter chamado no portão da casa dele. Você poderia até ter ouvido o que não queria, acharia que fez a escolha errada, iria embora e casaria com o outro alguém, acontece. Ou você teria feito a coisa certa, receberia um beijo com gosto de lágrima pela emoção do momento e casaria com o amor da sua vida. Mas isso você não vai saber, porque você não ligou, não o puxou pelo braço, nem chamou em seu portão. Você mudou sua vida toda por ter sido apenas covarde. Quantos de nós já fizemos a escolha certa? Quantos de nós já fizemos a escolha errada? E quantos de nós, até hoje, não sabemos a resposta?
Stefanny Cavalcanti
sábado, 17 de novembro de 2012
Eu fico buscando recordações, tentando alimentar algo que a
fome já matou há muito tempo. Por que isso? Eu fico tentando entender qual a
minha intenção todas as noites quando peço a Deus que não se esqueça de você,
que te guie e proteja. Eu fico buscando um sentido, uma razão, um motivo pra
continuar fazendo tudo isso e não acho, não tenho, e ainda assim eu faço. Eu te
amei, mesmo quando fingi te odiar. Eu acho que ando tendo uma visão errada do
amor, seria a única explicação. To precisando conversar com Deus mais uma vez,
mas não sobre você, preciso ter uma conversa séria sobre mim.
Stefanny Cavalcanti
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Se pararmos para pensar, quantas vezes já fomos magoados, enganados, traídos... Quantas vezes já mentiram para você? Quantas vezes já usaram palavras em vão, sorrisos falsos para mascarar o real caráter que possuíam? É impossível contar quantas vezes meu amigo. É incalculável quantos corações maldosos tem no mundo, e desses corações, quantos estão perto de você, dizendo que te ama, que te quer bem. As dores do mundo são inevitáveis, e sabendo disso porque não encarar? O nosso gesto de amor independe do gesto de “amor” do outro. É duro dizer isso assim, sem nenhum tipo de rodeio, que a realidade é essa meu amigo. Nua e crua. A realidade é o que se vê. Então, não nos frustremos. Que a falta de amor do próximo não pise no nosso amor próprio. Porque no fundo o que vale mesmo é o que aprendemos, é a lição que deixamos ao longo da vida. Te magoaram? Perdoe. Te enganaram? Não, enganaram a eles mesmos. Te traíram? Esqueça. Pois não vale a pena por em risco sua paz com o desamor alheio. Seja sábio. Afinal, o que você fez daquilo que te fizeram?
Stefanny Cavalcanti
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Vejo a
todo o momento copos cheios e pessoas vazias. Cada um tentando mostrar mais ao
outro aquilo que não é. É tanta gente se vendendo sem ter o que ofertar, sem
ter um real valor que valha a pena. Certo dia, por exemplo, um garoto chegou
pra mim; Oi linda, há muito tempo te observo e sempre te achei interessante,
você é diferente de todas as outras e, eu acho que você seria a pessoa perfeita
para mim, blá blá blá... Não que eu estivesse dando atenção a todo aquele
“clichê” que ele falava, mas por um momento eu viajava nas palavras dele,
pensando como alguém acreditava tanto que pudesse subestimar outra pessoa dessa
forma? E então ele começou a falar de tudo que gostava, provavelmente na
intenção de me manter interessada. Foi então que ele perguntou; E você, gosta
de quê? E com a mesma calma de sempre respondi; De silêncio.
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Você acredita mesmo que depois de tanto tempo ainda resta algo seu em mim? Você realmente acredita que tudo que faço é pra chamar sua atenção como se meu único motivo de viver fosse provar pra você que estou bem apesar de sua distancia, mas porem, por dentro sofro de saudades suas. Eu admiro sua auto-estima de verdade, só tenho pena de tanta ilusão de sua parte. E se você acha mesmo que depois de tanto tempo eu ainda penso em você só tenho uma coisa pra te dizer: Eu superei. Aceite isso. Vá viver também, assim como eu. Agora viva de verdade independente do que vou pensar de sua pessoa, pare de se iludir achando que me importo com o que você faz ou deixa de fazer. E se você realmente, depois de tanto tempo, ainda procura saber da minha vida e ainda tem a esperança de achar que sinto sua falta, lamento. E só mais um aviso: Faça, faça tudo pra chamar minha atenção. Curta falsamente, se divirta, pegue todas, faça tudo de mais errado que possa fazer que ainda assim você vai sofrer mais por mim do que eu se quer lembrar que você existe. Pra você só tenho um conselho, mude a tática. Não é tentando chamar a atenção que você vai ter meu amor de volta, nem é bebendo que você vai esquecer de mim.
Stefanny Cavalcanti.
Stefanny Cavalcanti.
sábado, 11 de agosto de 2012
Já chorei sem motivos, já tive motivos pra chorar e não chorei. Já precisei de chances pra falar, já tive chances e me calei. Já achei que amava demais, já percebi que quando é amor de verdade a palavra “demais” não existe. Já desisti por cansaço, já me cansei de tanto lutar. Já pensei noites e noites na mesma pessoa, já me faltou alguém em quem pensar. Já tive medo do escuro, mas aprendi que dependendo do momento é necessário que ele esteja lá.
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Sabe aqueles dias em que você quer que o mundo se exploda? Tudo dá errado, tudo te machuca, te sufoca, te abandona. Como se todas as emoções possíveis resolvessem te visitar exatamente naquele dia? Você dá aquele famoso sorriso falso, respira fundo e por dentro imagina uma grande explosão em que todos os seus problemas viram pó. Ah, eu queria que tanta coisa virasse pó, ou que eu virasse pó, ou que momentos, sentimentos, pessoas, todos virasses poeira. Jogaria todos ao vento, sorrindo, como quem tira um peso das costas. Talvez até eu me jogasse também, a gente nunca sabe se não somos nós o nosso próprio peso. Ta ouvindo uma voz? Aquela voz que você não sabe se é boa ou má sussurrando; Se joga.
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
domingo, 15 de julho de 2012
Depois de ter trancado o coração a sete chaves, vem alguém e destranca-o apenas com um sorriso. Aquela química sobrenatural que nem eu nem ele sabemos de onde vem, mas que por dentro sabemos que já fomos um do outro em algum lugar no tempo. Um abraço simples dele e uma paz imensa me consome por dentro, o cheiro, o jeito, o simples fato de existir. O olhar que entrega, a mão que sua. A voz em meu ouvido e a certeza que ainda que ele não seja meu pro resto da vida, eu serei dele eternamente. O fato de nada ser eterno é o que mais me encanta. Hoje estou nos braços dele, amanha, ele talvez não me enlace mais. Enquanto o laço do abraço dele puder me apertar eu quero.
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Às vezes é tão fácil explodir, gritar, xingar ou até mesmo se calar, aceitar, baixar a cabeça pra certas situações. Mas ficar sem reação diante de algo, isso sim é terrível. Me sinto terrivelmente sem reação, apenas esperando a vontade alheia. Isso me incomoda, muito. Eu só queria que minha vida reagisse...
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Sabe uma pessoa alto-defensiva? Eu. Sabe aquela coisa de que todos são suspeitos até que se prove o contrário? Levo isso à risca. Não porque queira que seja assim, mas porque a vida me jogou essa teoria na cara muitas vezes. Rasteiras da vida já levei várias, e das pessoas então... Nem se conta. Então não se assuste se você falar que me ama eu simplesmente sumir. São os anti-corpos avisando que ta ficando perigoso pra mim, zona de risco, a beira do abismo para o “Me ferrei”. Acredite, já me arrependi por ser assim várias vezes, mas várias vezes já chorei por não ter levado minha intuição a sério. Então eu disse não. E não, já disse várias outras vezes. Algumas vezes foi fácil de dizer, outras praticamente uma tortura. Mas foi dito. Que Santo Antônio não me ouça, mas não confio muito nos gostos dele não. Nem no meu. Por isso esse receio todo de ta com a pessoa errada, ou dentro da relação errada, ou ta com a impressão errada. Enfim, às vezes realmente minha opinião ta toda errada. Mas ai entra o meu egoísmo na história. Se de toda forma vou pagar pelo erro de alguém, então que seja pelo meu.
Stefanny Cavalcanti
Stefanny Cavalcanti
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Eu exclui suas fotos, seu numero de telefone, suas mensagens,
históricos no MSN... Isso tudo na hora da raiva foi muito fácil de apagar...
Mas como é difícil “apagar.” Você sabe do que estou falando. Apagar o que não
pode ser apagado deveria ser, no mínimo, possível de ser esquecido. Fora o medo
de ouvir o nome dele numa conversa. Medo de notarem o medo que você sente de
ouvir o nome dele numa conversa. Medo dele. Medo da conversa. Medo desse tempo
não ser apagado, nem esquecido, e pior, medo de ser cada vez mais relembrado. E
esse nó na garganta todas as vezes que ouve: “Ele falou em você.” E a raiva de
querer saber. Falou o que de mim? (...)
Stefanny Cavalcanti
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